Eu assisti a Jodaeiye Nader az Simin (A Separação) pela primeira em 2011, mesmo ano em que foi lançado e venceu o Oscar de melhor filme estrangeiro e tantos outros prêmios. Foi o primeiro da série de grandes filmes iranianos que tenho assistido, interrompida desde Copie Conforme(2010), do Abbas Kiarostami (Taste of Cherry). Dirigido por Asghar Farhadi(About Elly), tem no seu elenco a belíssima Leila Hatami, minha musa de sempre – juntinho da Golshifteh Farahani – a medida exata da beleza das mulheres iranianas, e além de tudo, muito contundente no papel de Simin, uma mulher decidida a abandonar o Irã e a viver no exterior por estar descontente com as condições de vida no país. Simin procura o tribunal para divorciar-se do seu esposo, Naader, acusando-o de tê-la abandonado e à filha ao permiti-las partirem sozinhas para o exterior. Acontece que Naader é o único filho de um pai velho e senil que sofre de Alzheimer, incapaz de ir a qualquer lugar. A primeira cena do filme nos apresenta os rostos queixosos de Simin e Naader durante uma audiência com o juiz. Simin quer partir, Naader tem de ficar. Simin não apresenta razões fortes o bastante para convencer Naader a partir com ela. Dá-se o divórcio.

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Separação de casais costumam ser eventos traumáticos na vida de seus filhos. Naader e Simin são pais de uma jovem de 11 anos, Termeh, vitimada a tal ponto pelo curso dos eventos que se segue à separação, que acaba sendo forçada a mentir em juri para salvar a pele de seu pai, acreditando ser ele inocente da acusação de assassinar o bebê que estava sendo gestado por uma mulher que cuidava de seu avô. Essa tal mulher, Razieh, acusou falsamente Naader em juízo de ter matado o seu bebe em consequência de um empurrão. As mentiras se mutiplicam, envolvendo com seus tentáculos escorregadios todas as pessoas que estavam de algum modo ligada aos fatos relevantes para o caso. As premissas dos argumentos de defesa de ambas as partes são mentiras sustentas por mentiras. Ainda assim, bombardeado por mentiras, o meu senso moral me alertava para o fato de que havia uma parte que se conduzia mal, e a outra parte que de algum modo estranho, apesar de se portar como os maus, não me parecia ser como eles. Havia alguma coisa de muito importante por detrás das mentiras contadas por Naader e por sua filha Termeh.

A acusação de Razieh é um mote para retirar dinheiro de Naader que funcionaria se a mentira não fosse um tipo de mal que não resiste à redenção, pois no coração só há lugar para a verdade. Há uma linda cena onde vemos Termeh chorosa, em agonia por ter mentido para livrar o pai. É impossível não sentir compaixão por um coração que sofre por ter sido forçado a afirmar o falso, mesmo que dá boca para fora, e que sabe que mente. A mentira dita por um coração como esse é um sacrifício feito em favor da verdade. Parece paradoxal, mas é uma tese que se confirma quando descobrimos que uma mentira que é dita com a intenção de anular uma mentira maior nos encaminha para mais perto da verdade.

A Separation

Se houveram vítimas reais em todo o caso, sem dúvida a Termeh foi a maior delas. A criança sofre em silêncio ao longo de todo o filme, a espera de que o litígio entre seus pais encontre um desfecho favorável aos seus anseios de continuar sendo parte de uma família. No entanto, a descrença de Simin em Naader leva a relação entre ambos ao limite do desgaste, e a separação chega a seu termo. Mas e quanto a verdade, onde ela se oculta em meio a tantas mentiras? No coração de Termeh, que experimentou a humilhação da mentira sem ser tocada por sua imundície, ainda que larga medida da sua felicidade estivesse em jogo.

Ao fim da história, Termeh teria de decidir com quem ficaria após a separação. É chegado então o momento de proferir a sentença final. Com quem vocês pensam que a Termeh escolheu ficar?

– Cainã Silva Coutinho

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Bem ou mal, este é um texto que eu tenho o dever de escrever. Quero poder falar sobre uma história que me causou as mais fortes impressões, em face das quais eu tenho silenciado todas as vezes em que me propus a lhes dar expressão. Era no silêncio da meditação que eu compreendia melhor o significado dessa história, mas nunca o bastante para me convencer de que eu tinha obtido a lição. Se trata da mais triste história que já conheci, e tanta tristeza não poderia deixar de me fazer chorar, só por onde eu consegui romper com o silêncio. Ainda não bastava. Chorar de tristeza não seria a reação mais justa, pois se trata também da mais bela história que já conheci. Depois do espanto e do choro, virá a voz? Esta é minha derradeira tentativa de me expressar.

Eu sou levado a crer que quem me lê alguma vez tenha se deparado com o nome do Studio Ghibli, um estúdio de animação japonesa que está em atividade a mais de 20 anos e que apropriadamente pode ser chamado de a Walt Disney do Japão. Muitos dos seus filmes se tornaram sucesso em terras estrangeiras, chegando a no ano de 2001 eleger Spirited Away(A viagem de Chihiro) vencedor do Oscar de melhor animação. Eu sou fã incondicional dos filmes do Studio Ghibli. Cada um deles é memorável a seu próprio modo, e todos preservam o encantamento e a pureza das animações, em virtude das quais as mais belas histórias se tornam mais belas e as mais tristes também.

Hotaru no haka(Túmulo dos Vagalumes) é um filme do diretor japonês Isao Takahata produzido em 1988, baseado na novela de mesmo título do escritor japonês Akiyuki Nosaka. A história se passa no Japão em meio a segunda guerra, na altura em que o Japão estava sendo devastado e em vias de se render. Seita e Setsuko são um casal de irmãos que com sua mãe se preparavam para fugir dos bombardeios. Seita é um menino e tem por volta de 11 anos, e Setsuko uma menina com talvez 5-6 anos. Ambos estão apavorados com a destruição causada pela guerra e querem não mais que poder voltar a brincar e estar na presença dos seus pais. Fatalmente a guerra os separa e o que o sucede é um longo prelúdio ao sofrimento.

Costumamos fazer distinções quanto ao sofrimento classificando seus tipos de acordo com suas causas. Há quem sofra no mundo daquilo que podemos chamar um sofrimento pueril, que deve ter por causa algo que é contrário à ordem racional de nossas necessidades e satisfações. É o que acontece às crianças e a quem imagina demais ou é demasiado centrado em si, ou ainda, que de algum modo sofra de um desligamento da realidade em seus diversos aspectos. A este tipo de sofrimento não estamos muito dispostos a sair em socorro, mas antes, a sufocar qualquer expressão sua, e a considerá-lo como um mal desnecessário. Não é o tratamento que muitos pais dispensam a seus filhos e que a sociedade dispensa aos loucos?

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Eu suspeito que tais distinções quanto ao sofrimento sejam motivadas ou por conveniências ou por um desejo real e sincero de compreender o sofrimento em suas diversas manifestações. Não estamos abertos a lidar com o sofrimento em qualquer caso. Definimos para nós uma quota de todo o sofrimento suportável, e não esperamos nem por uma grama a mais. O suportável, em questão de sofrimento, nunca é muito. É, no máximo, o inevitável. Tudo o mais, o que pode ser evitado, é indigno de ser causa de sofrimento. O sofrimento de uma criança causado por um capricho não satisfeito é evitável ao custo de que se lhe refreie os impulsos. A loucura do louco, apesar de não poder se refreada por dentro, como fazemos com as crianças, pode ser sufocada a partir de fora, com pauladas, choque elétrico e muito haloperidol. E o que é suportável e evitável nesses casos, somos nós quem definimos, como nos for mais conveniente. Enquanto for possível manter nossos olhos e corações fechados estaremos contentes com o montante de sofrimento que a vida nos reserva.


É quando o sofrimento mais nos parece intolerável que nos atentamos para ele, que perguntamos por sua origem e pelos meios de sua cessação. Quem ainda não se rendeu as conveniências ou quem sofreu algum revés na vida está mais próximo do sofrimento que qualquer um outro. E a tais indivíduos o sofrimento não aparece como uma coisa compartimentável, que permite distinções de graus de intensidade ou origem; sofrimento há de ser sempre sofrimento. Quando não nos for mais conveniente ignorar o sofrimento, quando ele passa a ser alvo de investigação desapaixonada, então as categorias do sofrimento tornam-se instrumentos temporários úteis para os propósitos práticos da vida. Diremos então que um sofrimento é menos urgente que outro, ou mais superficial que outro, não com a intenção de desmerecer suas manifestações, mas de decidir quanto ao modo correto de se portar diante delas.

Casos paradigmáticos de sofrimento que consideramos mais que intoleráveis é o que acomete crianças como Seita e Setsuko, que em função de uma guerra que não consigo deixar de julgar estúpida, se tornam vítimas de toda sorte de sofrimento. Como o sofrimento pode ter lugar na vida de duas crianças que a todo tempo mantêm uma disposição alegre e relaxada, mesmo diante das maiores provações, como ter de se manter vivos em um ambiente hostil, visualmente marcado pelas pilhas de corpos carbonizados?

Eu havia assistido a Túmulo dos Vagalumes apenas uma vez. Desde então tentei como pude reunir coragem para assistir uma segunda vez, a fim de ver o bastante para poder escrever. Enquanto assistia pela segunda vez, não parava de me fazer a pergunta: por que tanto sofrimento a quem nem de longe pode ser julgado como merecedor – e aqui cabe a questão maior: será que alguém pode ser julgado merecedor de algum sofrimento? Estou convicto de que esta é a mais relevante dúvida que o filme suscitou em mim, e não me recuso à tarefa de responder a ela.

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A história do filme nos é contada por Seita diretamente de um cenário todo tingido por tons de vermelho e preto que eu suponho ser uma representação do mundo espiritual. É o espírito de Seita, na companhia do espírito da irmã Setsuko, que conta-nos ou mostra-nos a história de sua própria morte. Há alguns momentos no filme em que os dois mundo dividem tela, o material e o espiritual. Ao mesmo tempo que nós, Seita e Setsuko assistem aparentemente em paz, com sorrisos nos rostos, à história de seus infortúnios. Isto expressa claramente uma perspectiva favorável do sofrimento, tal como visto aos olhos de quem permanece para a eternidade. A partir deste ângulo o sofrimento se impõe como uma marca necessária da existência que pode e deve ser superada aqui neste mundo, tal como tantas vezes o fizeram Seita e Setsuko, ainda que a morte tenha os arrebatado com o máximo de força. O que virá depois da morte então, a eternidade, é a conquista da permanente impassividade diante de todo e qualquer sofrimento.

– Cainã Silva Coutinho

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Faço das palavras de Jason Lymangrover as minhas.

Lançado em 2011, “The Devil’s Rain” marca a terceira fase do Misfits, e é o primeiro álbum de material original desde “Famous Monsters” (Graves no vocal), lançado 12 anos antes. Nesta encarnação, o último membro do grupo original, Jerry Only, assume o papel vocalista e é acompanhado pelo guitarrista Dez Cadena (Black Flag) e o baterista Eric “Chupacabra” Arce (Murphy’s Law) – um lineup que era teste de estrada no album de covers da decada de 50, Project 1950. Os fanaticos pelo Misfits que vivem e morrem pela era do Danzig não deve esperar para ser convertido. Na verdade, até mesmo os fãs que abraçaram Michale Graves como vocalista substituição pode ter um tempo duro com o inexpressivo do baixista, articular cantando. Ele pode ser um diabo-bloqueado ícone punk, mas ele soa terrívelmente como Pat Boone, e sua presença atrás do microfone é tão intimidante. Musicalmente, as tarifas de três peças esta melhor, mas é impedida pela produção plana e sofre com o fato de que o grupo nunca o grupo tenta expandir o vocabulário estabelecido há 30 anos. Se “Famous Monsters” foi um passo para trás para o legado Misfits, este é um grande passo na direção errada.

– Jason Lymangrover (allmusic) / traduzido por Gustavo Marques

Por Evelon Lincoln
http://evelonlincoln.blogspot.com/

Da contemplação das sombras amórficas do mundo, ele não se contentou e varias vezes buscou refúgio, sempre alienando sua mente a algum vício, seja pecaminoso, religioso, químico, orgânico, intelectual ou popular. Aqui temos uma crítica severa à hipocrisia, de quem interna o filho para reabilitar-se e trai a esposa, ou é casado e é homossexual ou é religioso e drogado, é inteligente, mas é alcoólatra, inteligente ao ponto de enxergar mais defeitos que os outros, no entanto perde seu tempo com leituras e estudos que não tem foco algum, o que faz um intelectual burro, que só pensa o pensamento alheio, sem reflexão.

A antítese é imanente à alma humana; a dificuldade de tomar decisões, desespero, sentimento de vazio, que chamamos de tédio, o sofrimento causado pelas perdas materiais, ou pelas paixões, medo da morte, medo da única certeza da vida, da qual estamos mais próximos a cada segundo que passamos. É interessante nos chamarmos animal racional, convencionou-se assim, por uma faculdade que ainda não foi desenvolvida em outras espécies, mas, o cachorro já obedece a comandos e faz associações, por exemplo, se o dono pegar a coleira ele sabe que vai passear, o papagaio repete palavras, nítidas por sinal. Também já foi comprovado o inverso, crianças, que foram criadas por animais e não se adaptaram à costumes “racionais”, como vestir roupas, ou se comunicar através de alguma língua, qualquer que seja.

É engraçado como a ciência de tudo explica o como, mas o porquê nunca é mencionado, mais hilário ainda, é a pompa dos cientistas dizendo ter um intelecto superior, apenas pelo fato de armazenar informações assim como armazena um cachorro um comando ou o papagaio uma palavra, claro que humanos assimilam informações mais complexas um pouco e a faculdade de raciocinar da nossa natureza só serve para arrogarmo-nos do que não somos. Matem-me por favor!!!

Ralph Steadman

 

Lemmy Saves – Lemmy Saves (2011)

Publicado: 10/11/2011 por Gustavo Marques em Musica
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D O W N L O A D

Garage / Psychobilly / Rockabilly / Stoner / Gore / Surf / Punk 77 / Horror Punk / Oi! / Ska / Fuzz / Raw / Old School / Alternative / Rock ‘N’ Roll / Hardcore / Deathrock / Proto-Punk / Rebel / Noise / Fuck-You-Im-From Hell / R.A.M.O.N.E.S / Lemmy Is God

Lemmy Saves é uma banda de garage punk formada em fevereiro de 2011 na cidade de Itabuna, Bahia. Com Gustavo ?bypsycho? na guitarra/vocal, Clebinho no baixo e Sergio ?Gordon? na bateria. Com uma estilo de som um pouco mais sujo, Lemmy Saves é um banda rock básico, um power trio ?pra la? de punk rock com uma grande influencia de psychobilly/horror/grunge e stoner. Com seu primeiro EP sendo lançado de forma 100% independente em novembro de 2011, Lemmy Saves firma o seu legado no cenário rock and roll Itabunense.

http://lemmysaves.tnb.art.br/

D O W N L O A D

D O W N L O A D

Há dezesseis anos nós começamos com a Pastel De Miolos, apesar de Eu (Alisson) e Wilson já virmos tocando juntos aproximadamente um ano antes, eu só considero o início da PDM com a chegada de Alex. A partir de sua chegada, nós passamos mais um ano tocando, ensaiando, compondo, gravando no quartinho até chegarmos a 1ª Demo Tape, lançada no longínquo ano de 1996. É o lançamento dessa DT que nós vamos comemorar agora, além de disponibilizarmos a DT para Download, estaremos tocando nos próximos shows, seu repertório na íntegra e na ordem em que foi gravada.
Era um momento muito diferente do que vivemos agora, muitas referências diferentes, linguagens e tudo mais, contudo ela é algo que ainda nos representa e orgulha por ter sido um primeiro passo e ainda termos dela algumas músicas que continuam fazendo parte do nosso show até hoje como Ted, Sk8 & HC, Eu Não Quero Ser o Que Você Quer e Janela do Caos, nessa época nós éramos mais escatológicos e irreverentes, ou posso dizer inocentes.
Trazendo essa DT de volta hoje, com suas muitas deficiências e falhas, nós estamos apresentando um diamante brutíssimo de presente pros admiradores da PDM e muita, mas muita mesmo, munição pros detratores descarregar.
É isso mesmo que Eu, Alex e Wilson somos desde o início, inquietos, ousados e honestos, além de não acreditarmos em falsa modéstia.
Quando ouvir a DT, pela primeira vez pra muitos e novamente pra muito poucos, ouça como se estivesse ouvindo primeiro LP do Ramones, do Olho Seco, do Inocentes, do Restos de Nada, do Cólera, dos Replicantes, pois debaixo daquela tosqueira sem fim tem alguma coisa que vale a pena, nem que seja apenas punk rock de verdade.

Alisson Lima | Guitarrista/Vocalista

Músicas:

01. Que Merda É Essa Que Não Sai
02. Anastacia
03. Ted, Sk8, HC
04. Vaidade
05. Eu Não Quero Ser O Que Você Quer
06. É De Macedo
07. Janela do Caos
08. Que Vergonha (Olho Seco cover)
09. Criança Infeliz
10. Vitiligo…
11. Pão & Circo
12. Sem Rotina
13. Até Logo!

Ficha Técnica:
Gravado “Ao Vivo”, das 9 as 15 horas dia 21/05/1996.
no Estúdio HARPIA, IAPI – Salvador/Bahia/Brasil.
Técnico de Gravação: Alessandro
Capa/Desenhos: Wilson Santana, Valdecir
Foto Capa: Rafael Castro
Foram distribuídas oficialmente mais de 400 cópias.

http://www.myspace.com/pasteldemiolos

The Monsters

Publicado: 13/07/2011 por Gustavo Marques em Musica
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“Wild Pimitive Chainsaw Massacre Teenage Trash Garage Clonedrum Fuzz Rock’N’Roll”

Formado em 1986 na capital da Suiça, Bern. The Monsters é uma banda garage com uma pegada de trash/rockabilly. O frontman da banda, Reverend Beat-Man é o dono da Voodoo Records que é uma verdadeira fabrica de bandas underground de garage/rnb/soul/fuzz e outras doenças. Beat-Man também toca no Lightning Beat-Man, Die Zorros e Reverend Beat-Man (que é seu projeto solo onde toca bateria e guitarra ao mesmo tempo, estilo conhecido como “One Man Band”). Uma das bandas mais suja que eu já ouvi e que infelizmente não tive a oportunidade assistir quando fizeram uma tour pelo Brasil, que tocou com The Honkers, Os Capatelpticos, Ovos Presley, Frenetic Trio e por ai vai. Fica a dica ai então pra quem gosta de rock’n’roll primitivo e sujo. Talvez seja praticamente impossivel achar algum cd da banda pra comprar aqui no Brasil, mas é certo no site da Voodoo Rhythm, também é um pouco complicado achar alguns albums pra baixar, então ai vai algumas mp3’s.

I Kiss Your Dead (Garage Punk Vol. 1)
Oh Wrong (I See Dead People)
Pony Tail and Black Cadillac (Birds Eat Martians)
Psyche Out With Me (Jungle Noise)